Aquecimento global faz 35 mil morsas se aglomerarem em praia do Alasca


As mudanças climáticas causadas pelo aquecimento global devem causar consequências cruéis na vida dos animais. Um exemplo disso é um flagrante feito por um fotógrafo da Associated Press no último sábado: milhares de morsas do Pacífico, que não conseguem encontrar mares congelados para descansar no Ártico, estão chegando em número recorde em uma praia no Alasca.  As informações são do USA Today.

Segundo a publicação, cerca de 35 mil delas se reuniram a cerca de 8 quilômetros de Point Lay, de acordo com a Administração Oceânica e Atmosférica Nacional (NOAA, na sigla em inglês). Além disso, observadores encontraram, na semana passada, cerca de 50 carcaças de animais que podem ter morrido durante uma debandada.


Ao contrário de outros animais marinhos, as morsas não conseguem nadar sem parar e precisam descansar. Para isso, elas usam suas presas e se arrastam em direção ao gelo e as pedras. Com as mudanças climáticas e com a mudança rápida da paisagem no Ártico, as morsas estão se acumulando cada vez mais no Alasca.

As consequências dessas mudanças climáticas para os animais podem ser fatais. Principalmente, para os filhotes, que precisam de maior controle da temperatura do corpo, sofrem com tumultos e possuem menos habilidade para nadar. O fenômeno serve como mais um aviso sobre o que está acontecendo no globo terrestre.  

 

Morsa Marinho

Segundo o Site mundoestranho.abril.com.br declara e nós concordamos  que as focas, morsas e leões-marinhos fazem parte da subordem Pinnipedia, mas pertencem a famílias diferentes: Phocidae (focas), Odobenidae (morsas) e Otariidae (leões-marinhos). Os três são mamíferos altamente adaptados para viver no mar. "As morsas são as únicas que não são encontradas no Brasil", afirma o biólogo André Fabiano de Castro Vicente, do Centro de Estudos sobre Encalhes de Mamíferos Marinhos (CEEMAM). Apesar de parecidos, esses animais têm várias diferenças. As morsas são inconfundíveis graças ao par de dentões projetados para baixo. Elas se dividem em duas subespécies: a morsa do Atlântico e a do Pacífico, que vivem exclusivamente no Círculo Polar Ártico.

Ao contrário da foca, ele tem pequenas orelhas. Outra característica que ajuda a diferenciar os dois são as nadadeiras, bem maiores no leão-marinho. Os machos da maioria das espécies têm um tipo de juba, que acabou dando origem ao nome desses animais, que se alimentam de peixes, crustáceos e moluscos. Está na cara Se a Morsa (Odobenus rosmarus)  normalmente na fase adulta ela cresce até 3,7 metros, pesando até 1,2 tonelada, sendo reconhecida pelos dentões, as orelhas distinguem focas e leões-marinhos

As medidas acima, nada esbeltas, são dos machos grandalhões, cerca de um terço maiores que as fêmeas. Mas a marca registrada das morsas não é o biótipo gorducho, e sim os seus dentes caninos superiores, que chegam a incrível 1 metro de comprimento e pesam 5,4 quilos cada um. As morsas vivem cerca de 30 anos.



FonteNotica TerraFotoCorey Accardo/AP
Aquecimento global faz 35 mil morsas se aglomerarem em praia do Alasca Aquecimento global faz 35 mil morsas se aglomerarem em praia do Alasca Reviewed by Walter Rafael Bezerra on 10/09/2014 02:21:00 PM Rating: 5

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