A Rainha da Borborema, Campina Grande comemora seus 150 anos de emancipação




A  Rainha da Borborema completa neste domingo (11) seus 150 anos de emancipação politica. Mas para saber a sua história da cidade de Campina Grande, basta um passeio pelas ruas de Campina Grande ajuda a conhecer.  Desde a emancipação da cidade em 1864, vários personagens construíram a memória da Rainha Borborema, como os tropeiros, que desbravaram as terras campinenses, os empresários do ramo de algodão e até revoltosos. Confira alguns dos principais monumentos ,


O mais 'jovem' monumento de homenageia as 15 décadas de emancipação política do município. entrou nas comemorações dos 151 anos. A obra homenageia também os tropeiros, considerados responsáveis pelo progresso da cidade, e tem uma espécie de cápsula, onde serão expostos documentos sobre a história campinense, além da escultura de vários tropeiros saindo da cápsula, dando a ideia de desbravamento. O monumento foi orçado em R$ 1,3 milhão e fica localizado às margens do Açude Velho.


Os Pioneiros da Borborema


O monumento os Pioneiros da Borborema homenageia as figuras do índio, da catadora de algodão e do tropeiro, considerados responsáveis pelo crescimento da cidade. Os Pioneiros da Borborema' homenageia as figuras do índio, da catadora de algodão e do tropeiro localizado no centenário de Campina Grande, no ano de 1964, o monumento 'Os Pioneiros da Borborema' virou ponto turístico do município. Instaladas às margens do Açude Velho, as estátuas foram trazidas do Rio de Janeiro e apresentam três figuras que ajudaram a criar a cidade. O índio representa o início de tudo. A catadora de algodão faz referência à 'Era de Ouro' de Campina Grande, quando o município se tornou o segundo maior exportador de algodão do mundo. E o tropeiro presta homenagem à vocação comerciária da cidade.


Farra de Bodega


Jackson do Pandeiro e Luiz Gonzaga são homenageados no monumento Farra de Bodega homenageia dois ícones da música nordestina: Jackson do Pandeiro Jackson do Pandeiro, nome artístico de José silva Gomes Filho (Alagoa Grande, 31 de agosto de 1919 – Brasília, 10 de julho de 1982), foi um cantor e compositor de forró e samba, assim como de seus diversos subgêneros, a citar: baião, xote, xaxado, coco, arrasta-pé, quadrilha, marcha, frevo, dentre outros. Também conhecido como O Rei do Ritmo. Já Luiz Gonzaga nascido em Exú, Estado de Pernambuco.


Já em 1912, No quartel passou dez anos era corneteiro, onde em 1939, deu baixa do Exercito no Rio de Janeiro e foi viver só pra música, instrumento preferido um acordeon de 120 baixos com os ritmos baião, forró, xaxado, arrasta-pé e chamego Com centenas de composições ele foi consagrado ou conhecido pelos títulos: "Rei do Baião,Majestade do Baião,e Embaixador Sonoro do Sertão." A ligação com Campina Grande, já foi diversas vezes fazer os Shows e pela cidade receber o titulo de "Maior Forró do Mundo". A obra é do artista campinense Joás Pereira Passos e feita de bronze. Ela foi inaugurada em 2003 e fica localizada em um girador às margens do Açude Velho. Além das esculturas dos músicos, há também uma mesa, pratos, representação de comidas típicas e um banquinho, muito usado pelos turistas para fazer fotos.

Monumentos em Campina

A cidade de Campina Grande, como as demais cidades do Brasil e do mundo, que preserva o nome e os méritos daqueles que exerceram influencia na fundação ou desenvolvimento do município deve ser lembrado com a história e um monumento. A exemplo João Cargas D'agua. Transportador de água e descendente de escravos, João Vieira, mais conhecido como João Carga D'água, foi o líder da Revolta de Quebra Quilos, que aconteceu em 1874. De acordo com historiadores, feirantes não gostaram de uma mudança no sistema métrico que estava criando confusão. Houve protesto e em confronto com a polícia, João Carga D'água atirou uma rapadura na cabeça de um policial e ele acabou morrendo. Logo em seguida, os revoltosos seguiram para o Açude Velho e atiraram as novas balanças e medidas na água.


Monumento João Rique

João Rique era natural de Sapé e chegou em Campina Grande em 1925. Empresário, fundou com amigos sua primeira firma para vender e comprar algodão. Com o sucesso do 'Ouro Branco', João Rique ficou rico, ganhou notoriedade e abriu o Banco Comercial de Campina Grande. Além do sucesso pessoal, seu filho, Newton Rique, também fez história sendo prefeito da cidade e pouco meses depois foi cassado. A estátua de João Rique fica em uma praça que fica no encontro entre as ruas Marquês do Herval, João Suassuna e Presidente João Pessoa, no Centro. Há também um edifício que leva o nome do empresário na cidade.


Juscelino Kubitschek

Nascido em 12 de setembro de 1902, Juscelino Kubitschek de Oliveira, também conhecido como JK e em 1920 mudou-se para Belo Horizonte. Em 1927, formou-se em medicina pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), foi um médico, oficial da Polícia Militar Mineira em 1931, ingressou na Polícia Militar mineira como médico.  Em 1930 especializou-se em urologia em Paris e fez um estágio em Berlim.  e político brasileiro, que ocupou a Presidência da República entre 1956 e 1961. E foi empossado governador em 31 de janeiro de 1951. Em outubro de 1954, lançou sua candidatura à Presidência da República para a eleição de 1955, sendo oficializada em fevereiro de 1955

(Diamantina,  — Resende, 22 de agosto de 1976),   Na política exerceu vários cargos de destaque, entre eles, deputado federal, Governador de  No entanto, o general Henrique Lott desencadeou um movimento militar que garantiu a posse de JK e Jango em 31 de janeiro de 1956. Na presidência, foi o responsável pela construção de uma nova capital federal, Brasília, No entanto, houve também um significativo aumento da dívida pública interna, da dívida externa, e, segundo alguns críticos, seu mandato terminou com crescimento da inflação, aumento da concentração de renda e arrocho salarial. Na época, não havia reeleição e em 31 de janeiro de 1961 foi sucedido por Jânio Quadros, seu opositor apoiado pela UDN.


História de Campina Grande


Normalmente a origem de Campina Grande é creditada à ocupação pelos índios Ariús na aldeia de Campina Grande, liderado por Teodósio de Oliveira Lêdo que era conhecido por capitão-mor do Sertão brasileiro "Sertão", em 1º de dezembro de 1697. O capitão-mor fez a consolidação do povoado e seu desenvolvimento, integrando o sertão com o litoral, levando em consideração que o posicionamento geográfico de Campina Grande é privilegiado, sendo passagem dos viajantes do oeste para o litoral paraibano.

Voltando um ano mais tarde onde havia se alojado em aldeia os Ariús já a algum tempo. Com um ano, a aldeia já era povoação e se chamava Campina Grande. Devido à ótima localização do povoamento, pois ficava no ponto de passagem do litoral para o sertão, Teodósio incentivava fortemente o crescimento da população e o desenvolvimento do lugar.


Com objetivo de realizar a atividade batizar os índios, o capitão O capitão-mor trouxe da capital um padre italiano da ordem de Santo Antônio para realizar um trabalho de batismo nos índios do povoamento. O padre fez uma casinha de taipa para servir de Igreja afim de realizar  missas e batismos. Tempos mais tarde, um decreto real mandado pela Coroa concedia 25 mil réis para cada Aldeia ou Capela, em forma de ajuda. O padre utilizou estes poucos recursos para melhorar um pouco a igreja do lugar. Esta igreja continuou existindo, com melhorias graduais. Em 1753 foi reformada e aumentada e somente em 1793, depois de outra reforma, conseguiu seu aspecto de hoje: a antiga igreja de taipa se tornou a ''Catedral Nossa Senhora da Conceição, Catedral de Campina Grande.



FonteG1.comFotoGustavo Xavier - G1 e Tv. Correio


A Rainha da Borborema, Campina Grande comemora seus 150 anos de emancipação A Rainha da Borborema, Campina Grande comemora seus 150 anos de emancipação Reviewed by Walter Rafael on 10/11/2015 02:54:00 PM Rating: 5

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