Israel reclama falta de apoio na abertura das Olimpíadas


Apesar de toda beleza e glamour, na abertura dos Olimpíadas Rio 2016, o maior evento esportivo do mundo, mas por uma "falta de logística e apoio" ou propositalmente para unir e acomodando algumas das delegações do Oriente Médio, em especial aos de Israel e Líbano. É que os organizadores tentaram embarcar no mesmo ônibus. Outra foi com relação a imprensa brasileira, que na visão deles foi dado pouca atenção aquelas delegações  e isso  teve uma grande repercussão nos Emirados Árabes. Apesar dos 250 ônibus mas só de delegações foram 207, alem dos árbitros e auxiliares das 39 modalidades esportivas.


Segundo o Site Gospel Prime, "a noite abertura dos Jogos, atletas do Líbano e de Israel deveriam dividir o mesmo ônibus que levaria todos à cerimônia de inauguração, no Maracanã. Segundo denunciou o técnico da equipe israelense de vela, Udi Gal, os libaneses se negaram a dividir os assentos do veículo com os israelenses."

Brigando com o motorista, exigiram que a porta do veículo fosse fechada. Os organizadores do evento ainda tentaram distribuir os atletas de Israel em vários em ônibus diferentes, mas a delegação insistiu em ficar junta, alegando questões de protocolo e segurança. Foi preciso encontrar um ônibus exclusivo para a delegação de Israel. Gal tachou o fato de “vergonhoso” e lembrou que eles participam dos Jogos como atletas, “não como políticos”. A ministra de Esporte de Israel, Miri Reguev, chamou os atletas libaneses de “racistas” e “antissemitas” e exortou o Comitê Olímpico Internacional (COI) para que condene a conduta.


Ao mesmo tempo, o chefe da delegação do Líbano, Salim Hajj Nacula, declarou à imprensa que “os israelenses estavam procurando problema”. Ele acredita que tinha direito de impedir que os atletas de “outro país” subissem em um ônibus reservado para eles. Parte da mídia do Oriente Médio o está chamando de “herói” por causa de sua atitude.

Foram 250 ônibus usados para o transporte na noite de abertura. A argumentação de Nacula de exclusividade não encontra respaldo. Em alguns casos, delegações de diferentes países dividiram tranquilamente o transporte. Nenhum outro problema grave foi registrado. O COI sempre age como um forte defensor da separação entre política e esporte em outras situações. Até o momento, não há uma posição oficial sobre o caso no Rio.

Outro incidente


Segundo a imprensa de Israel, mostras de antissemitismo se repetiram no domingo. A judoca Joud Fahmy, da Arábia Saudita simplesmente não apareceu para sua luta. Ela tinha um confronto contra a romena Christianne Legentil. O comitê olímpico saudita justifica que a lutadora não compareceu pois teve lesões nas pernas e nos braços durante o treinamento.
Contudo, o motivo teria sido outro. Caso vencesse, a árabe enfrentaria a israelense Gili Cohen. Com sua desistência, a israelense lutou com a romena. Cohen acabou perdendo.

Falha no Apoio Logístico


Por causa das ameaças de atentado do Estado Islâmico, a organização dos Jogos anunciou que seriam tomadas medidas de segurança para um “cuidado extra” com delegações como a americana e a israelense.
A delegação de Israel este ano é a maior da história em Olimpíadas, com 47 atletas competindo em 17 esportes. Também trouxe ao Brasil 34 técnicos e 25 membros da equipe de apoio. A maior parte não participou da abertura, mas fica evidente que houve uma séria falha na segurança.
Atletas de Israel possuem um histórico triste. Eles foram vítimas do maior ataque terrorista da história das Olimpíadas. Nos Jogos de 1972, na Alemanha, onze deles foram sequestrados e mortos pelos palestinos do Setembro Negro. Com informações de Times of Israel.

Opinião


"Apesar de ser em uma Olimpíada Mundial, que já houve caso até de em tempos passados, ser motivos de pausa até em guerra, mas não se pode relaxar, e sim exercer um a verdadeira paz armada, e é isso que a Força Nacional Brasileira está fazendo, até o momento com muito brilhantismo. Agora não seria bom juntar duas delegações de países amigos e vizinhos como Paraguaio, Argentina, Uruguaio, quanto mais países que há certa rivalidade.O problema foi de falha no apoio logístico, que  poderá reverter na área de segurança, que é outra gerencia ou comando. Basta analisar que dentro do Brasil muitos times de futebol de campo há rivalidades de chegarem as vezes a brigas ou pior, provocar pancadarias  através das "Torcidas Truculentas" , que envergonham a verdadeira torcida que ama o esporte e lazer.Outro problema foi com 30% de falha com relação a alimentos, mas isso é Brasil e acaba em samba e alguns turistas nacionais e estrangeiros estão querendo aprender os passos e tornarem "campeões da felicidade", por alguns minutos olímpicos, enquanto os verdadeiros atletas se prepararam e vem lutando e disputando por ele, a cidade, o estado e o país, para merecer a tão sonhada medalha olímpica de ouro, prata ou bronze."


FonteGospel Prime FotoTv Globo / Reprodução
Israel reclama falta de apoio na abertura das Olimpíadas Israel reclama falta de apoio na abertura das Olimpíadas Reviewed by Walter Rafael on 8/09/2016 12:22:00 PM Rating: 5

WRB nas redes sociais